segunda-feira, março 26, 2007

Leça da Palmeira



















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2 comentários:

  1. A minha aldeia

    Minha aldeia é todo o mundo.
    Todo o mundo me pertence.
    Aqui me encontro e confundo
    com gente de todo o mundo
    que a todo o mundo pertence.

    Bate o sol na minha aldeia
    com várias inclinações.
    Angulo novo, nova idéia;
    outros graus, outras razões.
    Que os homens da minha aldeia
    são centenas de milhões.

    Os homens da minha aldeia
    divergem por natureza.
    O mesmo sonho os separa,
    a mesma fria certeza
    os afasta e desampara,
    rumorejante seara
    onde se odeia em beleza.

    Os homens da minha aldeia
    formigam raivosamente
    com os pés colados ao chão.
    Nessa prisão permanente
    cada qual é seu irmão.
    Valência de fora e dentro
    ligam tudo ao mesmo centro
    numa inquebrável cadeia.
    Longas raízes que imergem,
    todos os homens convergem
    no centro da minha aldeia.

    António Gedeão

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  2. Pedro Rocha3:02 da tarde

    Olá,

    Queriamos dar a conhecer o nosso projecto que promove a Agricultura Biológica na zona do Grande Porto e pretende implementar um conceito de produção local para consumo local.

    Convidamos a visitar o nosso blog (www.raizesblog.blogspot.com).

    Contamos ter a nossa página em breve pronta. (www.raizes.org)

    Obrigado

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